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domingo, 27 de abril de 2014

PESQUISA CIENTÍFICA


"O resultado de uma pesquisa feita no Japão aponta que o material do Kumon traz exercícios em quantidade 250 vezes maior do que os livros didáticos escolares."


Por que nas escolas os alunos acabam apresentando falta de capacidade de cálculo mental em adição e multiplicação?
Isso acontece porque a quantidade de treino é absolutamente pequena. Cálculo mental e habilidade em multiplicação são diretamente proporcionais a quantidade de treino. Não basta entender como resolver essas operações. O aluno não desenvolve a habilidade a menos que exercite a resolução de exercícios. Neste ponto o método Kumon oferece exercícios em quantidade suficiente para o aluno treinar e conseguir desenvolver efetivamente o cálculo mental e a habilidade em multiplicação. O resultado de uma pesquisa feita no Japão aponta que o material do Kumon traz exercícios em quantidade 250 vezes maior do que os livros didáticos escolares. É por isso que no método Kumon o aluno consegue assimilar bem os conteúdos. Assim, podemos dizer que é muito grande a relação entre a evolução no material didático e a melhoria das notas na escola.

Por que é importante que o aluno resolva o material didático em bom ritmo e com concentração?
Isso é importante porque a concentração eleva a capacidade de execução de tarefas, que, por sua vez, abrevia o tempo de resolução. O resultado é que o aluno avança com menor número de revisões e com isso alcança a série escolar rapidamente.

" Mais do que aprender Matemática, Português ou Inglês, o aluno do Kumon aprende a pensar. Com isso, terá melhor aproveitamento do tempo de estudo e consequentemente melhora nas notas escolares."






terça-feira, 22 de abril de 2014

ALUNA DESTAQUE DO MÊS


Luciana é mãe do Giovanni e do Massimo. Eles estão no Kumon desde 2012, e este ano, ela também virou aluna. Foi a primeira na disciplina de Inglês e vem surpreendendo com avanços notáveis, tanto na leitura e interpretação de textos, quanto na pronúncia. É uma aluna disciplinada, dedicada e sempre interessada em aprender algo novo.

Durante todo este tempo acompanhando seus filhos e agora como aluna, absorveu a proposta do Kumon, aderindo a extensão do método em casa e frequentando assiduamente as aulas. Já finalizou 4 estágios e atualmente está no estágio K, onde o objetivo é ler e interpretar histórias com até 800 palavras, consolidando conteúdos vistos nos estágios anteriores: Discurso Direto e Indireto, Pronomes Relativos e Conectivos, Voz Passiva e Tempos Verbais (Present Perfect, Past Perfect e Future Perfect). 

E Luciana nos disse:

"Estou muito feliz em ter escolhido o Kumon para fazer o curso de inglês, eu já sabia da capacidade do método ao acompanhar meus filhos Giovanni e Massimo. Acho que um ponto importante é a possibilidade de escutar o áudio quantas vezes forem necessárias e também poder refazer uma lição em que porventura tenhamos sentido alguma dificuldade. Hoje como aluna vejo que também é animador saber que somos nós alunos que imprimimos a velocidade no curso, não tendo que esperar determinado tempo para a conclusão de um estágio, como acontece com outros cursos no mercado. Contar com você Camila, também é muito importante, pois sinto muita confiança no meu aprendizado."

Luciana, I´m very proud of you! Your reading and accent are improving brilliantly. Keep going!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

NOVIDADE EM 2014


O Inglês no Kumon tem como objetivo desenvolver o potencial dos alunos por meio do autodidatismo. Além de ganhar habilidades que serão úteis para toda a vida, como independência, responsabilidade e hábito de estudo, o aluno terá condições de ler, escrever, ouvir, compreender e ser compreendido em inglês.
 
Isso acontece por meio de material didático que aborda o vocabulário, as estruturas e os textos em inglês de maneira gradativa, simples e natural. E também pelo contato diário com o Inglês falado por americanos nativos, no material de áudio que integra as atividades do aluno.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Como fazer uma criança pequena gostar de ler?

Imagine uma janela aberta e a imensidão da paisagem. A leitura é mais ou menos isso: um mundo de informação e fantasia que está além do alcance e que ela aproxima. "A leitura permite apresentar à criança um mundo que não conhece, nem ainda viu, mundo que ela vai reconhecer e até se identificar", diz Theodora Maria Mendes de Almeida, diretora do colégio Hugo Sarmento. "Funciona como espelho, permitindo conhecer as próprias emoções e também as dos outros".

Tão importante é a leitura que ela está associada ao prazer, algo que deve ser transmitido pelos pais diariamente. "Durante a atividade, o objetivo é desenvolver o prazer de ler na criança - e não demonstrar preocupação com o que tem de ser feito para ela ler melhor e mais rápido", aponta Theodora. Entre dois e cinco anos, essa criança se apresenta mais ou menos familiarizada com o universo dos livros, o que deve ser aproveitado pelos pais de modo a promover suas capacidades de leitura. "Ela já entende, por exemplo, que o texto de um livro não muda, a história é sempre a mesma e ela gosta que seja assim", destaca a especialista.
 
Outras características da relação entre livros e crianças de dois a cinco anos, são destacadas a seguir:

A ajuda é necessária
As crianças, nessa idade, ainda não sabem ler sozinhas. "Fazem a chamada ‘pseudoleitura’, ou seja, elas sabem do que trata a história, reconhecem o livro pelas ilustrações e até recontam em parte o conteúdo, mas é só", diz Theodora. Ou seja: elas precisam da ajuda de um adulto para orientar a leitura.
 
Por ter a atenção curta, essas crianças gostam que o mesmo livro seja lido várias vezes, pois a cada leitura elas fazem descobertas sobre o enredo e vão unindo informações de modo a compreender melhor a história.
 
Elas se sentem felizes e realizadas quando mostram, em casa, os livros emprestados pela escola. Situação que deve ser aproveitada para promover a leitura entre pais e filhos.
 
Crianças não se tornam leitoras apenas quando os pais leem para elas. É importante o convívio com adultos que gostam de ler - a rotina de uma casa onde circulam diariamente jornais, revistas e livros. Não adianta apenas falar.

 Dicas para os pais! A seguir, ideias de como agir no dia a dia com a sua criança, pensando em aproximá-la dos livros:

Para ler, clique nos itens abaixo:


Escolha um lugar agradável, com boa iluminação, para ler com seu filho. Vale a pena criar "o canto da leitura", lugar reconhecido como tal pelos mais novos e pelos mais velhos no cotidiano doméstico.
 
Não leia somente na hora de dormir, a criança pode estar cansada e deixar de aproveitar esse momento tão importante - cada criança tem o próprio ritmo e ele deve ser respeitado. Pior: quem lê apenas na hora de ir para a cama, trata o livro como se ele fosse um sonífero, "e pode criar o efeito contrário, excitando a imaginação infantil de acordo com o conteúdo da história", alerta Theodora.
 
Um modo de conquistar seu filho é revelar as razões que fizeram você comprar o livro que tem em mãos - chame a atenção dele para a capa, as ilustrações; fale sobre o autor e assim por diante.
 
Não controle o vocabulário
Leia de acordo com o texto escrito. Mudar o vocabulário na tentativa de facilitar o entendimento pode servir apenas para empobrecer a narrativa, além de colocar em risco o enriquecimento do vocabulário da criança. Há enorme variedade de livros no mercado, com histórias maravilhosas e de fácil compreensão seja qual for a idade.
 
Procure sempre ajuda, nas livrarias, para chegar ao livro ideal para o atual momento do seu filho. "Faça da ida à livraria um ritual a ser desfrutado na companhia dele, um passeio tão divertido quanto ir a um parque", sugere Theodora.
 
Preocupe-se em criar um espaço, em casa, para a criança guardar os livros que lhe pertencem. Essa biblioteca deve crescer junto dela, não apenas em quantidade, mas sim em qualidade. Criança de quatro anos não deve ler, por exemplo, o que lia aos dois anos. "Elas mudam muito a cada ano, e os pais precisam estar atentos a essa evolução", aconselha Theodora.
 
Converse sobre o que foi lido
Siga as dicas de especialistas e faça seu filho de até 5 anos ter amor pelos livros

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